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Estudantes da rede pública participam de terceira oficina de animação

Postado em 1 outubro 2015

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A terceira e última oficina para preparação das cenas do curta-metragem “A Árvore de Humberto” começou na última segunda-feira (28/09) e prosseguirá até sexta-feira (02/10), das 13h30 às 17 horas, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) José Áureo Monjardim, em Fradinhos (Vitória).

O Projeto Animação é uma realização do Instituto Marlin Azul/Núcleo Animazul, com o patrocínio da EDP Escelsa, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP, e apoio do Instituto EDP. Além de articular a cultura audiovisual com outros saberes como a música, a história e a literatura, o projeto abre novos horizontes de cultura, informação e relações sociais para estudantes da rede pública através de atividades de criação coletiva.

A história foi elaborada durante a primeira oficina realizada, em agosto, na Escola Municipal de Ensino Fundamental “São Vicente de Paulo”, no Centro de Vitória. O roteiro utiliza trechos do curta-metragem “A Velha a Fiar”, dirigido por Humberto Mauro em 1964. Considerado um dos primeiros videoclipes do mundo, o filme é uma ilustração da canção popular “A Velha a Fiar”, interpretada pelo Trio Irakitan.

Com a orientação da cineasta Luelane Corrêa, os pequenos roteiristas construíram a história após uma semana de pesquisa, troca de ideias, análise do curta-metragem, interpretação da música e dramatização de um set de filmagem.

Depois de se conectarem com a história, os alunos da segunda escola a participar, a EMEF Éber Louzada Zipinotti, de Jardim da Penha, tiveram o desafio de construir as cenas da animação a partir da experimentação de técnicas como desenho em papel, animação em massinha, recorte e pixilation (técnica de animar pessoas através do uso da fotografia digital).

Nesta terceira oficina, os estudantes estão dando continuidade à produção das cenas. Ao final do projeto, o filme “A Árvore de Humberto” terá roteiro, direção, desenhos e animação de alunos do 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série) de unidades de ensino fundamental da rede pública.

Foto: Gustavo Louzada

Cinema brasileiro inspira roteiro feito por estudantes da rede pública de Vitória

Postado em 14 setembro 2015

 

Oficina EMEF São Vicente de Paulo - Animação 25

 

Um dos mais importantes diretores dos primeiros tempos do cinema nacional, Humberto Mauro, será a inspiração para o novo filme de animação feito por crianças e adolescentes da rede pública de Vitória. A oficina para preparação das cenas do curta-metragem “A Árvore de Humberto” será realizada de 15 a 18 de setembro e no dia 21 de setembro, das 8 às 11 horas, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Éber Louzada Zipinotti, em Jardim da Penha, na capital.

O Projeto Animação é uma realização do Instituto Marlin Azul/Núcleo Animazul, com o patrocínio da EDP Escelsa, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP, e apoio do Instituto EDP. Além de articular a cultura audiovisual com outros saberes como a música, a história e a literatura, o projeto abre novos horizontes de cultura, informação e relações sociais para estudantes da rede pública através de atividades de criação coletiva.

A história foi elaborada durante a primeira oficina realizada, em agosto, na Escola Municipal de Ensino Fundamental “São Vicente de Paulo”, no Centro de Vitória. O roteiro utiliza trechos do curta-metragem “A Velha a Fiar”, dirigido por Humberto Mauro em 1964. Considerado um dos primeiros videoclipes do mundo, o filme é uma ilustração da canção popular “A Velha a Fiar”, interpretada pelo Trio Irakitan.

Com a orientação da cineasta Luelane Corrêa, os pequenos roteiristas construíram a história após uma semana de pesquisa, troca de ideias, análise e interpretação do curta-metragem, interpretação da música e dramatização de um set de filmagem.
Depois de se conectarem com a história, a segunda escola terá o desafio de construir as cenas da animação a partir da experimentação de técnicas como desenho em papel, animação em massinha, recorte e pixilation (técnica de animar pessoas através do uso da fotografia digital).

Está prevista ainda a realização de uma terceira oficina numa nova escola, dando continuidade à produção das cenas. Ao final do projeto, o filme “A Árvore de Humberto” terá roteiro, direção, desenhos e animação de alunos do 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série) de unidades de ensino fundamental da rede pública de Vitória.

O homenageado – Nesta edição, o projeto fará uma homenagem a um dos pioneiros do cinema brasileiro, Humberto Mauro (1897-1983), cuja produção cinematográfica se deu no período de 1925 a 1974. Mineiro de Volta Grande, em Minas Gerais, o cineasta realizou mais de 350 filmes entre longas e curtas-metragens distribuídos nos gêneros ficção e documentário.

Interessava-se por mecânica, radioamadorismo e música. Quando a eletricidade chegou às cidades do interior, Humberto ficou fascinado com a novidade tecnológica. Por isso, seu primeiro trabalho foi instalar eletricidade em fazendas e sítios locais. Construiu, ainda, o primeiro aparelho receptor de rádio em Cataguases, onde viveu parte da sua vida.

Aos 26 anos, comprou uma câmara Kodak motivado pelo gosto por fotografia. Em Cataguases, conheceu o italiano Pedro Cornello, principal fotógrafo da cidade. Os dois compraram uma pequena filmadora Pathé-Baby de 9,5 mm com a qual gravaram o curta-metragem de aventura “Valadião, o Cratera” (1925).

A partir de financiadores locais, Humberto adquiriu uma filmadora 35 mm e centenas de metros de película. Depois fundou a Phebo Sul Américas Filmes. O primeiro filme da produtora “Na Primavera da Vida” (1926) contou com Humberto Mauro nas atividades de direção, roteiro, operação de câmera, cenário e iluminação. A segunda obra “Thesouro Perdido” ganhou o prêmio de melhor filme (1927).

Com a entrada de mais recursos, a Phebo Sul Américas Filmes cresceu e se transformou na Phebo Brasil Filmes, o que possibilitou ao realizador mineiro a produção de filmes em que podia expandir seu talento e criatividade. Nesta fase, uma das obras mais importantes é o clássico de cinema de arte “Braza Dormida”, distribuído pela Universal Pictures, responsável por transformar Humberto em um dos melhores diretores do cinema mudo do mercado mundial.

Os novos ares do cinema falado o levaram a integrar a equipe de realizadores da Cinédia. O musical “A Voz do Carnaval” (1933) sobre o carnaval carioca, co-dirigido por Adhemar Gonzaga, foi seu primeiro filme falado e lançou Carmen Miranda na carreira cinematográfica. Dentre outras obras, dirigiu ainda na Cinédia, “Ganga Bruta” (1933), seu filme mais conhecido e reconhecido.

Por meio de parceria com a atriz e produtora Carmen Santos, Humberto Mauro realizou sua produção de maior sucesso de público “Favella dos Meus Amores (1935)” e “Cidade Mulher” (1936), obras desaparecidas em um incêndio da Brasil Vita Filmes.

De 1936 a 1964, a convite do antropólogo Edgard Roquete-Pinto, trabalhou no Instituto Nacional de Cinema Educativo, criado pelo Ministério da Educação e Saúde, onde realizou centenas de documentários de curta-metragem sobre astronomia, agricultura e música. Fundou os Estúdios Rancho Alegre, em Volta Grande, através do qual produziu várias obras. Um dos últimos filmes desta fase chama-se “Carro de Bois” (1974).

Faleceu em 5 de novembro de 1983, aos 86 anos de idade. Em seu último ano de vida foi homenageado no Festival de Cannes como um dos cineastas mais importantes do século XX. Muitos filmes desta personalidade do cinema podem ser encontrados no acervo da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, e no Centro Técnico Audiovisual da Funarte (CTAV), no Rio de Janeiro.

O que é o Projeto Animação – Criado em 2001, o Projeto Animação tem por objetivo desenvolver as formas de expressão, democratizando o acesso aos bens culturais pela população infanto-juvenil local. A cada edição, um novo filme é produzido por novas turmas de alunos, possibilitando a inclusão e o desenvolvimento do saber audiovisual para turmas de crianças e adolescentes.

Desde a criação do projeto foram realizados os seguintes curtas-metragens: “Mangue e Tal” (2002); “Portinholas” (2003); “Zen ou Não Zen? Eis a questão” (2004); “Vitória pra Mim” (2005); “Albertinho” (2006); “Ele” (2007); “Mestre Vitalino e Nós no Barro” (2008); “Um Fio de Esperança” (2009); “As Curvas de Niemeyer” (2010); “O Maestro do Tempo” (2013); “Nada, Nadador” (2014) e “O Bruxo do Cosme Velho” (2015).

Depois do lançamento, em cada edição, as obras seguem um roteiro de mostras e festivais locais e nacionais, multiplicando o acesso aos conteúdos por públicos de diferentes idades. Os filmes também são distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, cineclubes e pontos de cultura.

Núcleo Animazul realiza oficina de animação

Postado em 1 setembro 2015

 

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Como transformar um desenho estático em uma cena animada? De uma forma simples e divertida, os monitores e alunos do Núcleo Animazul demonstraram os princípios básicos do cinema de animação na terça-feira (25/08), das 14 às 17h, na sede do Instituto Marlin Azul, em Jardim da Penha, em Vitória.

Vindos do ensino fundamental de escolas públicas, os estudantes participam todas as terças e quintas-feiras de aulas sobre a linguagem e as técnicas de animação. O Núcleo Animazul é um Ponto de Cultura, reconhecido pelo Programa Cultura Viva da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, e através de edital conta com patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-ES).

Na terça-feira (25/08), a turma recebeu um grupo de alunos de diferentes idades atendidos pelo Núcleo de Educação de Jovens e Adultos (Neja) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer e experimentar brinquedos ópticos que exemplificam o princípio básico de uma animação e ainda acompanharam uma sessão de cinema composta por curtas-metragens desenvolvidos pelos diferentes projetos do Instituto Marlin Azul.

Para a professora do Neja, Isabelle Tabachi, a atividade prendeu a atenção dos alunos, estimulou a participação e abriu novas possibilidades de aplicação de um desenho, além de incentivar a interação do grupo com outras pessoas.

Crianças e adolescentes da rede pública começam novo filme de animação

Postado em 11 agosto 2015

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Alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental “São Vicente de Paulo”, no Centro de Vitória, estão aprendendo a contar uma história através do cinema. Começou nesta segunda-feira (09/08) e prosseguirá até sexta-feira (14/07) a oficina de roteiro do Projeto Animação.

Esta é a primeira das três oficinas que resultarão na realização do novo filme com roteiro, direção, desenhos e animação de alunos do 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série) de escolas de ensino fundamental da rede pública de Vitória. O Projeto Animação é uma realização do Instituto Marlin Azul/Núcleo Animazul, com o patrocínio da EDP Escelsa, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP, e apoio do Instituto EDP.

Além de articular a cultura audiovisual com outros saberes como a música, a história e a literatura, o projeto abre novos horizontes de cultura, informação e relações sociais para estudantes da rede pública através de atividades de criação coletiva. As aulas estimulam a participação, o diálogo, o compartilhamento, a cooperação e o respeito, contribuindo para a redução da violência e promovendo a cultura de paz.

As oficinas – Durante a primeira oficina, os alunos são estimulados a usar a imaginação e a criatividade para criar uma história. Através de atividades de leitura, pesquisa e discussão de ideias, as crianças e adolescentes estão construindo o roteiro de forma coletiva com a orientação da cineasta, diretora e montadora, Luelane Corrêa, formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. A história será transformada em imagens pelos alunos das escolas seguintes, utilizando técnicas de animação como desenho em papel, animação em massinha, recorte e pixilation (técnica de animar pessoas através do uso da fotografia digital).

O que é o Projeto Animação – Criado em 2001, o Projeto Animação tem por objetivo desenvolver as formas de expressão, democratizando o acesso aos bens culturais pela população infanto-juvenil local. A cada edição, um novo filme é produzido por novas turmas de alunos, possibilitando a inclusão e o desenvolvimento do saber audiovisual para turmas de crianças e adolescentes.

Desde a criação do projeto foram realizados os seguintes curtas-metragens: “Mangue e Tal” (2002); “Portinholas” (2003); “Zen ou Não Zen? Eis a questão” (2004); “Vitória pra Mim” (2005); “Albertinho” (2006); “Ele” (2007); “Mestre Vitalino e Nós no Barro” (2008); “Um Fio de Esperança” (2009); “As Curvas de Niemeyer” (2010); “O Maestro do Tempo” (2013); “Dinossauro Rex” (2014); “Nada, Nadador” (2015) e “O Bruxo do Cosme Velho” (2015).

Depois do lançamento, em cada edição, as obras seguem um roteiro de mostras e festivais locais e nacionais, multiplicando o acesso aos conteúdos por públicos de diferentes idades. Os filmes também são distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, cineclubes e pontos de cultura.

Alunos da rede pública fazem filmes sobre monumentos naturais capixabas

Postado em 29 abril 2015

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O Penedo (Vila Velha e Vitória), as Dunas de Itaúnas (Conceição da Barra) e os Três Pontões (Afonso Cláudio) estão inspirando uma série de animações feitas por estudantes da rede pública de educação. O Projeto Animazul Ambiental foi selecionado pelo Edital de Projetos Culturais de Valorização do Patrimônio Natural promovido pela Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (Secult). A realização é do Instituto Marlin Azul.

A terceira oficina sobre a linguagem e as técnicas de animação foi realizada de 06 a 10 de abril na Escola Municipal José Cupertino, no bairro São Tarcísio, em Afonso Cláudio, envolvendo alunos de 10 a 12 anos de idade do sexto ano do ensino fundamental. A partir da orientação dos animadores Rosaria Ferreira e Marcelo Perin, da monitoria da animadora Ariane Piñeiro e do acompanhamento da educadora artística Yvana Belchior, os estudantes construíram uma história capaz de valorizar o patrimônio natural e estimular a preservação do meio ambiente.

Para a construção do roteiro, os professores da oficina promoveram uma pesquisa com os alunos, despertando a curiosidade e o interesse por conhecer a história, as características e os valores ambientais do patrimônio natural que marca o lugar onde vivem. A história contada e transformada em roteiro vai servir de base para a produção dos desenhos que comporão as cenas do filme. Com carga horária de 20 horas por semana, o curso foi ministrado das 13 às 17 horas, no contraturno escolar.

Penedo e Dunas de Itaúnas – O projeto realizou outras duas oficinas. De 03 a 07 de novembro de 2014, alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Anacleta Schneider Lucas, no Centro de Vitória, criaram um roteiro e desenharam as cenas da animação sobre o Penedo. De 09 a 13 de março deste ano foi a vez dos alunos de Escola Municipal de Ensino Fundamental Benônio Falcão de Gouveia, em Itaúnas, no município de Conceição da Barra, criarem uma animação sobre o patrimônio natural da região, as Dunas de Itaúnas. Após a edição e finalização da série, as animações serão exibidas nas escolas participantes e distribuídas para os alunos e unidades escolares. Em seguida, os filmes serão inscritos em mostras e festivais de abrangência regional e nacional, multiplicando o acesso das pessoas ao conteúdo educativo produzido em sala de aula.

Conheça as técnicas e brinquedos ópticos que integraram a oficina:

Desenho animado – Esta técnica, também conhecida como desenho sobre papel, é uma das mais conhecidas. Os desenhos de uma mesma sequência são feitos com o apoio de mesas de luz, e depois ganham movimento no computador.

Pixilation – É a técnica de animar pessoas. Os participantes são estimulados a usar fantasias e a criarhistórias, experimentando expressões corporais e movimentos. As cenas são fotografadas e repassadas para o computador, onde são manipuladas para que as imagens possam interagir com diversos cenários e outros personagens, criando o movimento da animação.

Massinha – Esta técnica permite aos participantes criar personagens e cenários com massa de modelar. Os objetos modelados são fotografados e as imagens transferidas para o computador, onde ganham movimento.

Recorte e fotografia – Consiste em utilizar recortes ou fotografias, tiradas pelos próprios alunos, para construir cenários e personagens.

Zootrópio – Este brinquedo óptico, criado no século 19, é o precursor do cinema e do desenho animado. Os participantes fazem desenhos em papel que são colocados no zootrópio, uma espécie de tambor que, ao ser girado, cria a ilusão do movimento.

Flipbook – Consiste em uma série de desenhos, com uma pequena modificação entre eles. Cada desenho vem em uma folha separada, como se fosse um livro. O movimento é criado quando as páginas são viradas rapidamente.

Taumatrópio – Aparelho óptico que, baseado na persistência das imagens na retina, dá a ilusão da combinação de duas figuras distintas postas em movimento.

Saiba mais sobre os monumentos naturais:  

Dunas de Itaúnas – As Dunas de Itaúnas estão localizadas na Vila de Itaúnas, a 28 quilômetros de Conceição da Barra. A antiga Vila, surgida há cerca de 300 anos, abrigava em torno de dois mil habitantes – segundo maior núcleo urbano de Conceição da Barra, antes de ser soterrada pelas dunas. Suas atividades básicas eram a pesca e a produção agrícola, transportadas pelo rio até a sede do município. A predatória extração de madeira na região, a partir dos anos 50, provocou a alteração da proteção das dunas, causando a degradação das áreas de restinga entre a Vila e o mar, iniciando a movimentação do “mar de areia” que, levado pelo vento nordeste, soterrou o antigo núcleo urbano. O soterramento levou alguns anos, chegando a encobrir a Igreja Matriz – que atingia altura superior a 20 metros – obrigando os moradores a transferir a Vila para o outro lado do Rio. Em 1964, ainda havia vestígios das últimas casas. Fugindo do desastre ecológico ocasionado pela degradação da restinga entre a vila e o mar, os moradores, em geral pescadores, foram se estabelecer na margem oposta do Rio Itaúnas, dando início ao atual povoado. (Catálogo de Bens Naturais tombados pelo CEC)

Três Pontões – Com 1.100 metros acima do nível do mar, a Pedra Três Pontões é considerada símbolo paisagístico e ambiental de Afonso Cláudio. Está distante cerca de oito quilômetros da cidade. Trata-se de um conjunto formado por três pontas com fendas enormes e profundas entre si, não havendo vegetação nas partes mais altas. Sua localização abrange as comunidades de Arrependidos, Córregos das Flores, Mata Fria e Alto Graminha, em uma área que totaliza 32 mil metros quadrados. (Catálogo de Bens Naturais tombados pelo CEC)

Penedo – O Penedo ergue-se a 133 metros acima do nível do mar e é considerado o guardião da ilha de Vitória, marcando a entrada de uma baía de flutuação de mais de 2,5 mil metros de extensão, por 650 metros de largura, por onde navegaram nos séculos passados, os barcos dos colonizadores, e mais recentemente, os navios de inúmeros países. Servia de ponto de apoio para a defesa de Vitória. Apesar de estar situado em Vila Velha, faz parte do cenário da Baía de Vitória. Este imponente monumento paisagístico, há muito decantado em verso e prosa, inspirou inúmeras crônicas do escritor capixaba Elpídio Pimentel, publicadas na revista Vida Capixaba, no final da década de 1920, e no livro “Quando o Penedo Falava”. Saint Hilaire e Charles Frederick Hardt classificaram-no como Pão de Açúcar do Espírito Santo, quando visitaram o Estado no final do século XIX. (Catálogo de Bens Naturais tombados pelo CEC)

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